
Eileen tocando Liszt ,Estudo de Concerto n.3:
Eileen tocando Liszt, Estudo de Concerto n.2 (Estudo do Gnomo):
Eileen tocando Donhanyi, Rapsódia em Dó:
Eileen tocando Fauré, Improviso n.2, em Fá menor:
Eileen tocando Debussy, Clair de Lune:
Eileen tocando Granados, Allegro di concierto
GOSTARIA DE SABER A OPINIÃO DE QUEM ESCUTOU.
Um comentário:
Seus comentários sobre a EL aguçaram minha curiosidade de poder passar alguns momentos apreciando-a. A princípio ao falar da notoriedade dela em tão poucas primaveras, me policiei concluindo que era muito comum na época tais talentos serem destacados; pois antigamente "tocar piano" significava tocar as notas certas e os dedilhados corretos (ainda se tocava dessa forma há 30 anos atrás).
Antes mesmo de ouví-la me surgiu uma certa indiposição, pois tenho preferências em escutar gravações ao vivo, devido à questões de acústica e até mesmo de interpretação (pois em estúdio as gravações ficam métricas demais, sem acolchoamento harmônico decente, e até mesmo robotizadas). Mas algo me chamou a atenção naquela gravação... algo que eu nunca tinha escutado em gravação em estúdio, principalmente nas obras de maior conhecimento pianístico: a começar com "Un Suspiro" - que tem um certo momento que todos os pianistas quando tocam ao vivo esbarram - ela fez um pequeno(e significativo) rubato. Achei ótimo para mudar o clima da peça, mas me impressionei mais no Debussy, em que seus rubatos deixaram a peça com um senso poético-lírico apuradíssimo em todos seus enredos (Além de me impressionar com seu fuoco na dança dos gnomos).
Pude notar que seu principal diferencial é justamente o que eu mais admiro em gravações ao vivo: Ela consegue ser livre e mostra essa paixão pela liberdade em suas gravações.
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